MP diz que família de miliciano repassou a Queiroz quase 20% do salário no gabinete de Flávio Bolsonaro



                                                              Foto: Reprodução


Mulher e mãe do ex-oficial do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega, foragido desde janeiro, transferiram R$ 203 mil para assessor

O Ministério Público do Rio (MP-RJ) afirmou, no pedido de busca e apreensão que teve como alvos o senador Flávio Bolsonaro (sem partido/RJ) e funcionários de seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que a família do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, transferiu para o ex-assessor Fabrício Queiroz quase 20% (cerca de R$ 203 mil) dos salários recebidos no gabinete do então deputado estadual. O MP argumenta que familiares de Adriano, ex-oficial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) faziam parte de um esquema de "rachadinhas" no gabinete de Flávio, e que o próprio miliciano também tirava proveito dos recursos.

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Danielle Mendonça da Costa Raimunda Veras Magalhães, respectivamente esposa e mãe de Adriano da Nóbrega, receberam um total de R$ 1,029 milhão em salários na Alerj, segundo a investigação. Deste montante, o total repassado por Danielle e Raimunda "direta ou indiretamente" para a conta bancária de Queiroz chegou a R$ 203.002,57, o equivalente a 19,7% dos salários, de acordo com o MP.

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