“Vou atender o meu ‘centrão’. Meu ‘centrão’ é o Moro, é o Paulo Guedes e o Tarcísio”, declarou.

A declaração reforça, ainda, o alinhamento com Moro. 

O presidente Jair Bolsonaro deu sinais de que não está mais tão entre a “cruz e a espada” em relação à sanção, com vetos, do Projeto de Lei (PL) 7.596/2017, que define 37 situações que configuram crimes de abuso de autoridade. Na saída do Palácio da Alvorada, nesta sexta-feira (30/8), ele deu sinais de que vai atender o “centrão” dele, composto pelos ministros da Justiça, Sérgio Moro, da Economia, Paulo Guedes, e pelo da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. A declaração reforça, ainda, o alinhamento com Moro.

Como sinalizado, na quarta-feira (28/8), pelos líderes do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), e no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), Bolsonaro admitiu que pode sancionar o projeto na data limite, de 5 de setembro, a próxima quinta-feira. E adiantou como será a decisão dele. “Vou atender o meu ‘centrão’. Meu ‘centrão’ é o Moro, é o Paulo Guedes e o Tarcísio”, declarou. 



O presidente admitiu que terão vetos e não apenas o que pune o uso “irregular” de algemas a suspeitos que não derem aos agentes de segurança pública uma clareza do risco de fuga. “Vai ter veto ali. Questão de algema, lógico que vai ter. Outros vetos terão também, mas não quero me antecipar aqui”, afirmou. 



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